Diary of Anna

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Diary of Anna

Mensagem por Convidado em 13/12/2015, 05:38

Anna
Monólogos e Pensamentos
 
Uniforme. Substituir todo o vermelho por branco. Normalmente não usa o capuz.:

Capacidades.:
Seus poderes lembram o do Surfista prateado.
Anna não é e nunca será capaz de matar um mutante, não importa quem for ou o que fez.


Última edição por Polarizado em 30/12/2015, 07:33, editado 3 vez(es)

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Re: Diary of Anna

Mensagem por Convidado em 28/12/2015, 09:59

Anna
Monólogos e Pensamentos

Esse documento é pra você, adolescente que sonha e ser especial, diferente de qualquer pessoa existente nesse mundo. Só quero que você saiba que você é não queira mais do que você já é. Não aspire por ter habilidade extraordinárias, ainda mais neste momento que a Terra se encontra.

Me desculpe por referir ao seu planeta desse jeito. Já viajei por tantos que acabei me perdendo. Enfim, você deve estar se questionando o que eu estou falando no final das contas. Deixa eu lhe explicar, em algum momento da história Elliot matou seu próprio irmão, que por sua vez era um agente do FBI. O mais irônico que Drake – o irmão morto por Elliot, havia feito seu assassino como alvo. Porém o assassino foi mais rápido e Drake morreu, causando a maior guerra que eu já vi e provavelmente vou ver. As grande potências mundiais declararam guerra e o genocídio contra todas os mutantes.

Não foi culpa de Elliot. A guerra entre os mutantes e humanos era um pavio curto prestes a explodir a maior bomba que o mundo já viu. Porém isso não tira o mérito dele. Assassino puro e desgraçado, parece que a vida dele é tentar me matar. Sorte dele ou não ele até hoje não conseguiu.

Eu só contei o que aconteceu até agora, nem comentei de mim mesmo. Pra começar eu nasci na Sibéria, Rússia. Não faço a menor ideia de quem é minha mãe, só que o nome dela era Anna – nome pelo qual fui batizado pela dona do Orfanato. Que foi a primeira mulher pela qual me apaixonei, não do jeito que você imagina. Me apaixonei pelo carinho que aquela mulher tinha por todos os moradores da casa. O amor maternal que ela possuía por todos era tão inspirador e aconchegante.

De uma forma estranha e irreal eu não sentia frio alguma ao frio que conseguia alcançar 70º C. Parecia que o amor daquele mulher me aquecia, mas era muito longe do real motivo.
Meu amor se tornou muito maior, diferente do antes. Porém não era mais pela dona do Orfanato e sim pela sua filha, estranho? Talvez. Era como se a minha paixão fosse hereditária. Mas o amor era diferente. Eu realmente estava apaixonado pela filha dela, aquela paixão platônica que você tem pela garota linda da sua sala, sabe? Nunca deu em nada, ela morreu antes, todo mundo morreu antes. No oitavo dia do oitavo mês quando eu cheguei da escola todos estavam mortos sem explicação alguma. As paredes brancas e nevadas eram machadas pelo vermelho escuro do sangue de todos que residiam a casa. Foi ali naquele dia que desenvolvi minhas duas fobias, Ereutofobia e Hemofobia.

Minha coração se apertou e meu corpo foi coberto por uma luz clara e brilhante azulada como o fundo do mar. Esse brilho que antecedeu o teletransporte do meu corpo para um lugar do qual passei a utilizar para descanso, me livrar de tudo que me atormentava, esse local que eu podia ouvir meu sangue atravessando as veias e artérias. Nomeado por humanos como Lua.

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