[Fic] Os Noves Reinos 18 ou +

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[Fic] Os Noves Reinos 18 ou +

Mensagem por Convidado em 24/11/2015, 00:30



Nome da Fic: Os Nove Reinos
Coautor: AngeloD´Nick
Genero: Colegial, Guerra, Magia, Death Fic, Terror, Romance, Hentai, Aventura, Fantasia, Original.
Contem: Bissexualidade, Tortura,  Heterossexualidade, Homossexualidade.
Ano: 2015
Lançamento de Capítulos: Mensal
Estreia: To estreando aqui, mas depois ela sai no Nyah.
Sinopse: Os noves reinos constituem um mundo paralelo, onde tudo é governado pela soberania dos Deuses do Olimpo quais residem no Reino de Lazar.
Esse mundo como dito anteriormente possui noves reinos, cada um bem diferente do outro desde sua cultura até em seus mais profundo segredos e mistérios. Cada um tem um rei ou uma rainha e possui um exército com generais e guerreiros habilidosos, porém todos temem o poderoso Exercito Real qual é constituído por humanos pertencentes a família dos temíveis deuses.
A alguns anos atrás uma série de revoltas criou a maior oposição a força daqueles no poder, os chamados revolucionários nasceram depois de um incidente em Rossthwell e a crise acaba por se tendenciar mais ainda com a chegada da profecia, contudo que profecia é essa? E por qual motivo, Nina uma adolescente de uma realidade onde não a existência de magia é dita como a garota de tal profecia?
Somente a morte e a vida quais regem a todos pode determinar até onde irá essa história, porém ela promete abalar todos os pilares dos noves reinos.
A garota, a profecia, os nirvans, a organização, os deuses e o espelho. Um enredo que levará a um final incerto e onde tudo se resumirá como dizem os bravos: Pela glória e morte de todos os noves reinos.

Lista de Capítulos
Prólogo

Aviso do Autor

Bem fiz a sinopse na hora e o coautor ainda não corrigiu todos os erros de português, então é bem possível se deparar com alguns, to postando para ver a reação das pessoas a fic.
Vai haver guerra e batalhas por tronos, afinal o trono de um reino ou até mesmo o trono do controle de todos os nove reinos é muito cobiçado.
Plágio é Crime
Todos os personagens e enredo pertencem a mim e ao coautor da mesma.


Última edição por Ed Vermillion em 24/11/2015, 00:41, editado 2 vez(es)

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Re: [Fic] Os Noves Reinos 18 ou +

Mensagem por Convidado em 24/11/2015, 00:39

Prologo

Nota do Autor: Aconselho ler o capítulo com a abertura 1 de Mirai Nikki na voz de Isis Vasconcellos e também com a musica Olhar de Vidro da Banda The Kira Justice. Como Dito anteriormente o texto não foi corrigido pelo Coautor e é isso minna. Desfrute do Prologo.

-x-

A noite escura e a boemia da cidade, o cheiro de vinho pelos arredores, a iluminação fraca e vaga por todos os lados, bem vindo a Rossthwell, lar de nada e esquecida pelo mundo.
Pode-se notar alguns vários mendigos e bêbados atirados pelas ruas, uns já deveriam estar até mortos, foi no beco dessa cidade que eu sai para me tornar primeiro tenente do Exército Real, um orgulho para toda a minha família.
A farda que trajo é resumidamente um terno amarelo com uma calça amarela e uma espada na cintura, as fardas mudam dependendo a família qual você pertence, membros da Família de Apolo a qual eu faço parte se vestem dessa maneira.
É sempre chato esse local ultimamente, às vezes ou outra presencio alguma briga boa para dar uma animada, contudo isso já virou um cabaré sem graça e repetitivo.
Meus passos assim como os dos dois sargentos ao meu lado iam se perdendo em meio à imensa multidão qual se amontoava para ver um rabo de saia e beber até encher a cara, dá um nojo isso e sim, claro é aumentado pela influência da aparência moribunda de como se encontra as casas e a porra como um todo.
Ao passar-se por um canto estreito a direita da segunda esquina de uma Rua chamada de Distrito Oito, você consegue chegar a um prédio cinza caindo aos pedaços, que até hoje não sei como não despencou ainda, há claro, falo do Bar do Gragas, um viking que veio de seu reino para viver nessa imundice.
A porta de madeira com um enorme buraco e quase despencando em cima do primeiro a mexer na fechadura era notável a quilômetros para todos os que quisessem e resolvessem entrar ali.
- Sargento Toby abra essa desgraça ai e tenta não fazer muito barulho ou estragar essa porcaria mais do que já ta, se não é capaz de eu ter de pagar.
- Sim, senhor Tenente Brein. – Me Respondeu com toda a educação qual ganhou no seu treinamento.
Toby era um moreno alto que virou sargento há pouco tempo, viveu na pobreza que nem eu, a única diferença que ele era um escravo qualquer como os muitos que há por ai, ganhou a alforria tem mais ou menos dois anos, é bastante mariquinha também, vive se importando com fatos como a pobreza e bem estar social.
Ele colocou a mão sobre a maçaneta e de forma devagar abriu a mesma, cheio de delicadeza para um objeto estúpido como aquele, não consigo entender o motivo de um cara assim ter entrado no Exército Real, pessoas assim morrem cedo.
Lá dentro observei vários sujeitos deitados pelas mesas juntos de garrafas vazias ou quebradas, de pé atrás de um balcão estava um homem gordo com cabelo e barba laranja, demonstrava limpar uma caneca.
- Que bom vê-lo novamente velho Gragas.- Disparei debochadamente.
- Você de novo Brein, o que quer dessa vez aqui? – Retrucou de tom irritado digno de sua peculiar característica, sim, irritado até com a própria sombra.
- Vim em paz com uns colegas meus, beber um pouco, nada mais velho. – Dei uma piscadinha no final só para testar sua paciência.
- Que sejas, se podem pagar então que sentem aí. – Deu uma pausa na fala de tom grosso. – Mas se tentarem qualquer graçinha que seja, arranco isso que vocês têm no meio de suas pernas e dou para o primeiro animal que eu ver comer! – Gritou em tom ameaçante.
O gordo então trocou a caneca por uma faca afiada com a qual ferozmente atacou um porco deitado morto sobre o balcão, parecia querer se vingar dele por algo cujo infeliz tivesse feito em vida.  
O outro sargento chamado Boesger resolveu se sentar num dos banquinhos ali mesmo onde estávamos, bem de perto da criatura viking que parecia feliz por trucidar um cadáver de animal.
Boesger era um jovem de cabelo curto e preto com uma barba mal feita, de um físico forte e admirável, sobreviveu a duros treinamentos e conseguiu ótimas notas que o permitiu graduar em pouco mais de três meses.
O chope não demorou a chegar para nós bebermos, aquele sabor de cevada típica da região, era como sempre motivador e relaxante depois de um dia de trabalho para proteger os nobres idiotas quais existem aos montes.
- Tenente é quanto à bebida? – Tomou a palavra Toby.
- Não se preocupe, beba a vontade que hoje é por minha conta, aproveita e deixe sentir o ar desse ambiente, para depois irmos num cabaré aqui perto.
Ele se tornou cabisbaixo. Bem a tempo eu já venho desconfiando sobre a sexualidade de Toby, afinal todos nós três aqui somos da Família de Apolo e acabamos por convivermos um pouco, apesar da enorme quantidade de membros que há nela.
Algo peculiar mesmo para ex-escravos era a falta de um sobrenome e o preconceito que vinha da sociedade para gente dessa julgada laia.
- Tenente me conte o senhor já se apaixonou alguma vez? – Indagou-me, enquanto Boesger parecia querer dormir sentado.
- Nunca, desde cedo só me preocupei em me tornar um membro bem sucedido do Exército Real. – Menti.
Ainda me lembro dela, seu nome era Rosalinda, uma jovem de cabelos ruivos qual nasceu nesse lugar imundo de que tenho tamanho ódio. Eu a amava muito desde criança, brincávamos juntos e assim o tempo para mim parava.
O sorriso dela ao me olhar e as caretas engraças qual fazia, o seu jeito de mandona e durona, assim como a sua delicadeza de rosa são memórias presentes nesses últimos anos de minha vida.
Há cinco anos, ao eu fazer dezessete, decidi entrar no Exército Real para então ganhar dinheiro suficiente para tirar nós dois dessa imundice, mas meu sonho foi destruído na véspera da minha formatura como membro e integrante do mesmo.
Na noite que antecedia, sua mãe adoeceu e ela saiu correndo para achar um médico, um homem a cuidou e então se pôs a segui-la. Sem dar por conta ao chegar perto de um beco ela foi surpreendida pelo sujeito com uma faca, não tardou para ele a estuprar e matar ali naquele lugar escuro e sem vida.
Quando fiquei sabendo da notícia coloquei-me a correr até essa cidade e saí à procura do homem, o encontrei aqui nesse bar sentado e bebendo. Nem precisei investigar muito, ele mesmo confessou o que tinha feito a me ver de farda e cuspiu na minha cara.
Deixei o idiota ficar de costa e saquei a espada, ele tirou a faca do bolso quando notou o tilintar do aço de minha arma, ele desvirou-se e então me encarou, Gragas nesse exato momento deu um soco no balcão, o quebrando e mandou nos retirar sem antes obviamente o pagar.
Fomos até o beco onde ele a matou. Apontamos nossas armas uma para o outro e tudo se revolveu em um único movimento, onde arranquei a cabeça dele como um troféu para minha coleção.
Voltando ao agora, parece que deixei minha cabeça se perder em pensamentos passados, enquanto outro permitiu a sua adormecer.  
Quando retornei a realidade e o agora vi Toby perto da vidraça quebrada de uma janela a esquerda da porta de entrada, parecia olhar para a noite e cuidar alguma coisa.
- Tenente, estou com um mau pressentimento em relação a essa noite. – Apontou o dedo para o céu noturno. – Não há estrelas e nem lua, isso pode ser um sinal.- Terminou a fala com um pesar na voz.
- Bobagem, não vamos voltar, somos membros do Exército Real. – Falei tentando parecer despreocupado e gesticulando com as mãos.
O sargento tinha razão, isso poderia ser um presságio de algo ruim que se aproximava, porém se eu demonstrasse medo perante a mim mesmo, significaria que tudo pelo que lutei e acreditei tinha acabado.
Um homem deitado sobre uma das mesas se acordou e levantou-se pondo se a caminhar em direção ao balcão, possivelmente para pagar a conta ao velho antes que ele notasse e fosse à briga, o gordo era durão.
Ele se aproximou de mim e então virou sua face, deixou exposto um olhar penetrante a toda e qualquer alma, permitiu seus cabelos negros serem soprados por uma brisa qual veio do nada e proliferou um aviso.
- Deveria ter cuidado com a noite, é nela que muitas máscaras aparecem ou caem. – Sorriu.
Pensei por um instante cujo ele podia ser o culpado pelo estado do céu noturno e também que ele estivesse interessado em nos matar, contudo ignorei todas as minhas suspeitas e o ignorei juntamente.
- Como membro do Exército Real e como a pessoa que sou, não tenho tempo para temer nada.
- Entendo. – Respondeu rapidamente sem hesitação.
Deixou uma moeda sobre o balcão, enquanto Gragas nos observava conversar, o curioso é que fosse paga por uma moeda de ouro, geralmente dadas ou usadas como um presente ao barqueiro. Quem era aquele homem?
Levantei-me do banco e deixei um dinheiro sobre a moeda como uma forma de contrariá-lo, estava naquela ocasião decidido a ir atrás dele e apostar para ver o que ele, o homem misterioso escondia.
- Toby acorde o dorminhoco e vamos atrás daquele sujeito, não quero que ele dê um passo mais sem estarmos no seu encalço e isso é uma ordem! – Recitei em tom firme e alto.
Boesger como se tivesse me ouvido, acordou instantaneamente com um enorme bocejo qual poderia se ouvir a quilômetros. Gragas aproveitou para recolher o dinheiro e nos encarar com um semblante sério.
- Vamos a essa caçada, nossa meta é!- Ao terminar de falar, fez o sinal com o polegar no pescoço para degolação, o idiota resolveu posar como herói.
Todos então nos despedimos do dono da bodega e fomos em direção às ruas novamente para acharmos o tal sujeito qual atraiu toda a minha atenção, claro essa droga de cheiro já voltava a me dar nos nervos.
Uma vez quando criança meu pai adotivo, um ladrão de rua de bom coração, disse que quando chovia significava cuja aquela qual nos protege, chorava por nós e buscava nos amparar, nunca vi essa deusa, de toda forma nunca vi deus algum mesmo.
Começou a chover em Rossthwell, um céu sem luz e uma chuva fina, a magia estava por toda a parte, a noite transformou-se em um esplendor sombrio e perigoso, digna de uma máscara de beleza rara.
Separamos-nos para a busca, contudo já tinha perdido um tempo precioso para achar alguém nessa terra sem nome algum.
Na minha procura me deparei com algum leve som vindo de um beco sem luz, para minha surpresa, se tratava do lugar onde morreu minha amada. Esse destino desgraçado e infeliz parece que ousou me desafiar, pois bem aceito seu desafio.
Toby chegou correndo de maneira desesperada atrás de mim, parecia estar sem fôlego devido à velocidade que vinha.
- Tenente fui no local de reencontro marcado, contudo Boesger não estava lá!- Gritou nesse instante.- Algo de muito ruim está acontecendo!- Seus olhos ficaram vidrados.
O som no beco se tornou mais presente até dar lugar a um garotinho de cabelos escuros como a noite e olhos da mesma cor. Vi em seu rosto marcas profundas de uma alma desesperada e totalmente fora de um parâmetro de vida.
- Me ajudem, por favor. – Suplicou a criança.
O sargento cujo fosse todo gentil ao ver alguém naquele estado, deixou uma lágrima cair do seu rosto e se aproximou do garotinho de aparência ingênua que se encontrava ali naquele lugar escuro.
- Conte-me pequenino, que aconteceu? Perdeu-se de seu pai?
O garotinho passou a chorar e enxugar seus olhos, usando de suas pequenas e minúsculas mãos. Choramingando dessa forma, num lugar onde todas as esperanças morrem cada dia na esquina, assassinadas por um qualquer sem objetivo algum de vida.
- Sim, eu e ele acabamos nos afastando por causa de uns homens maus. - Falou em um tom triste e agonizante.
Toby passou a mão sobre a cabeça da criança, a acariciando de forma sutil e pondo se a sorrir para tentar animá-la, tive um pressentimento ruim nessa hora.
- Não se preocupe, nós vamos achar esses homens maus e lhe dar uma lição. - Recitou todo alegre e animado.
O pirralho então demonstrou estar melhor psicologicamente, mudou sua feição para uma feliz e nesse instante tive certeza de algo de modo tardio.
-  Arigato, porém...- Um sorriso sádico.
Uma espada toda enfaixada saiu pela boca da criança e foi desembainhada pelas mãos pequenas, quais a pouco enxugavam lágrimas. A arma caiu sobre o pescoço do soldado bondoso e lhe decepou a cabeça, deixando-a rolar pelo chão imundo e todo o sangue de um cadáver se misturar aos de muitos outros que por ali morreram. Realmente, esse tipo de pessoa morre cedo.
- E então pirralho como vai proceder? Pretende fugir ou morrer?- Debochei.
Os olhos deles ao me encarar se tornaram tão sombrios e sem vida que até podia se duvidar cujo se tratava de um humano ali naquela cena, ultimamente devo estar com um azar incrível para me deparar com essas anomalias.
- Você vai morrer!- Gritou.
Puxou o cabo de sua arma para trás e apontou seu cume para meu peito, como se fosse um sinal prévio para um ataque frontal e decisivo. Quanta imprudência desse fedelho.
Saquei a minha espada e a posicionei para o embate, segurei a com a direita e mirei diretamente em seu pescoço, um único movimento era só o que eu precisava para matar uma criança.
- Sabe pirralho, dizem que homens mortos não contam histórias, pelo jeito crianças mortas também não!
Movimentei-me correndo e trocamos ataques de espadas quais nos colocaram em uma situação de armas erguidas e cruzadas uma contra a outra, nossas faces se cruzaram naquela ocasião insana.
Empurrei com força a espada qual fez meu pequeno oponente voar longe como se fosse uma leve pluma, a diferença física era de um valor considerável entre nós dois, o fim se aproximava.
Ele veio me atacar novamente numa maneira impulsiva, contudo bloqueei seu ataque com minha arma e lhe soquei o rosto, fazendo-o cair no chão diante de mim e sua boca sangrar.
- Era só isso que você tinha? Que piada, mais sem graça!
Depois de escutar minha fala, ele demonstrou ficar com determinava raiva até da escuridão ao seu redor. Ergueu-se novamente como um tolo que foste sentenciado a morte e ainda relutava contra a sentença.
- Você vai pagar por esse insulto, seu tenente de bosta. – Disse irritado.
Bem acho que não foi coincidência, afinal de contas o desgraçado sabe de minha patente, que sejas, ele só vai durar um pouco mais mesmo.
Notei que a lâmina de sua espada passou a emitir uma luz forte a ponto de deixar cego quem olhasse pra ela por um longo período de tempo, todavia ao tirar meu foco de visão para o redor, deslumbrei um lugar imerso na escuridão e sem nenhuma sinalização, a luz então apagou-se.
- Bem vindo ao vazio da alma dos homens, aqui é onde você perecerá, esse é o meu mundo, City Of The Dead Souls! – Falou todo empolgado.
- Cidade das almas mortas, que interessante.
Senti estar sendo observado por alguém a minha direita, devia ser o pirralho que tentava me matar desesperadamente.
- Você me lembra um certo alguém. – Ouvi um cochicho em meus ouvidos.
- Você tem uma boa técnica, mas não tem nenhuma experiência em combate, criança tola e burra!
Senti o vento se afastar de mim e meu corpo se tornar estranhamente leve, devia ser algum efeito qual essa escuridão propagava para os seus inimigos.
Contudo coloquei minha mão no chão e percebi tocar em algum corpo, provavelmente o de Toby, como sei? O cheiro desgraçado qual um cadáver vem a emitir.
- Desculpa criança...- Uma leve pausa, onde aproveitei para aproximar um dos meus dedos de minha boca.- Boom.-Sussurrei.
O corpo de Toby ficou envolvido em chamas quais logo se sucederam em uma larga e enorme explosão cujo nem se preocupou em fazer barulho ou não levar vários inocentes na área.
Tive a sensação de ouvir algumas vozes por uma vasta área em constante agonia, dizem que a pior de todas as mortes é pelo fogo, que azar frustrante o meu.
Meu corpo começou a queimar num curto período de instantes até a explosão chegar ao seu auge, nesse momento dei-me cara a cara com um fato, o de eu ser apenas mais um humano e ser fraco e vulnerável como um.
-x-

Escolha um conto! Imagine ele em sua mente, todo o enredo e personagens e depois pare um pouco e pense como seria se nós vivêssemos nosso conto?

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Comentário do Autor: Gostou? Acha que precisa ser melhorado? Criticas? Aceito só comentar e sobre o capítulo dois ele vai demorar pra sair tipo deve sair lá pelo natal, porém ele vai vir acompanhado de dois capítulos extras o 2.1 e o 2.2 e a história começa a correr. Ah e se prepare para muitas mortes e mistérios.
Esse capítulo foi narrado em primeira pessoa, os demais não tendenciam a ser em primeira e sim na terceira pessoa, espero que desfrutem da fic e sim eu sei que a idade dela complica para ser lida em um fórum.

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